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Nível rio Paraguai

Transporte hidroviário volta após nível do Rio Paraguai subir em MS

Secretário da Semagro, Jaime Verruck, analisou as perdas na economia de Mato Grosso do Sul com a parada do setor em 2021.

19/01/2022 05h00
Por: Redação

Desde setembro do ano passado paralisado, o transporte hidroviário retornou com o aumento do nível do Rio Paraguai em Mato Grosso do Sul. A média de água na bacia continua baixa em relação à média histórica, mas garante navegabilidade. O nível da bacia teve recuperação de mais de 21%, o que permitiu a retomada.

Dados do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) demonstram que em Ladário a régua de medição do rio está em 107 centímetros, índice 21,5% maior que no mesmo período do ano passado, que estava em 88 cm.

Já em Porto Murtinho, a estação apontou que o rio Paraguai está em 187 centímetros ou 7,4% acima do nível registrado em 18 de janeiro de 2021.

O secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, destacou que a hidrovia é um dos principais eixos logísticos de Mato Grosso do Sul, ponto que liga, pelo estado, o Brasil a outros países da América Latina.

“A hidrovia é um eixo logístico de peso para o transporte de mercadorias do estado. Por isso a importância da retomada da navegabilidade. O governo teve a missão de transformar a hidrovia como um eixo logístico primordial para Mato Grosso do Sul. Esse era um ponto extremamente importante”, enfatizou.

Mesmo com a retomada gradual, o secretário observou que o nível em 2022 está baixo do registrado há cinco anos e frisou que o nível só é maior do que 2021, ano de extrema seca na região.

Para reposições de áreas que ainda estão afetadas, o secretário explica que mais chuva é necessária. “Nós precisamos que chova muito mais para ter uma recomposição plena dessa régua. O nível hoje é extremamente positivo, mas ainda baixo diante de anos anteriores", disse.

Com a paralisação das exportações nas hidrovias, a pressão nas rodovias foi inerente. Verruck destacou que mesmo com a queda nos níveis do rio, o tráfego de caminhões aumentou de forma considerável na região.

“Isso criou uma pressão nas rodovias, principalmente caminhões de minério se deslocando a partir de Corumbá pela BR-262 até o estado de São Paulo. Então isso trouxe aumento no nível de acidentes e deterioração do leito rodoviário. Essa era uma preocupação a volta a hidrovia acaba tendo um papel importante para toda economia de Mato Grosso do Sul”, admitiu.

Fonte: G1MS

 

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