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Asfalto Rita Vieira

Obras aceleram em 30 dias e 20% do Rita Vieira já está asfaltado

Bairro é um dos que mais cresce atualmente e pavimentação é tido como essencial pelos moradores

12/09/2021 07h00
Por: Redação

Atualmente um dos principais bairros em expansão residencial e, em consequência disso também com aumento da demanda comercial, o Rita Vieira - localizado na região sul de Campo Grande - vem sendo protagonista também pelo ritmo acelerado das obras pavimentação previstas para ocorrer até o fim do ano ali.

Conforme a própria prefeitura, 20% das ruas do bairro já estão asfaltando, sendo que o trabalho na região começou há apenas 30 anos. Conforme balanço da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos), já foram executados 33.200,00 m² de asfalto, o que corresponde uma extensão de 4,5 km.

"Assim como a execução de reforma em nossas casas traz alguns transtornos, que mudam a rotina, uma obra de infraestrutura também provoca algumas dificuldades, que serão compensadas em pouco tempo, com a melhoria expressiva na qualidade de vida decorrentes da chegada do asfalto", explica Francisco Martinez.

Francisco é superintendente de Obras da Sisep e conta que antes do asfaltamento, é realizado a expensão da rede de esgoto, drenagem e terraplanagem das ruas, além de serviços de base e imprimação, necessárias para a qualidade do trabalho.

Ao todo, está previsto a pavimentação de 24,7 km de ruas, abrangendo uma malha viária de 54 ruas. As ruas que já contam com trecho asfaltado e estão em fase de acabamento são as Teófilo Alves Dias, Luiz Alves, Rio Bonito, Roque Tertuliano de Andrade, Maria Justina de Souza, Dr. Adeir Ávila de Andrade e Vilma de Andrade Costa.

Há ainda seis vias, somando 7,87 km, que devem receber recapeamento. São elas: as ruas Assunção, Vera Cruz, Mariza Ribeiro, Rio Bonito e Paraisópolis, além da avenida Garimpo. O serviço atende reivindicação de décadas dos moradores.

"Nosso bairro está passando por uma transformação. Em pouco tempo a poeira na estiagem e o barro quando chove, não farão mais parte da nossa rotina", comenta o aposentado Pedro José Marcos, que há 10 anos mora na Rua Luiz Alves.

Fonte; Campo Grande News

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